A promessa é simples: fornecer ao corpo matéria-prima para cartilagem. A realidade científica é mais moderada.

Alguns estudos mostram benefício ligeiro em pessoas com artrose, sobretudo quando usado durante vários meses. Outros não encontram diferença significativa face a placebo.

A forma, dose, duração e perfil da pessoa importam. Resultados anedóticos não substituem avaliação clínica, mas também não devem ser descartados sem contexto.

O maior problema é esperar que um suplemento corrija falta de força, excesso de carga, sono fraco ou alimentação inflamatória.

Se for usado, deve ser encarado como complemento e não como solução principal. A base continua a ser movimento, peso adequado, proteína suficiente e gestão da dor.

Como aplicar isto esta semana

Fontes: revisão editorial ARTICULAÇÃO; diretrizes europeias de reumatologia, ortopedia e fisioterapia; literatura científica recente.